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Amazonas registra quase 200 casos de febre do Mayaro e Oropouche em pouco mais de um mês, aponta FVS

O Amazonas registrou quase 200 casos de febre do Mayaro e Oropouche entre dezembro e 4 de janeiro, segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM). O órgão divulgou uma nota técnica onde orienta intensificação da vigilância em saúde e prevenção à febre no estado.


Especificamente para dengue, foram notificados 7.128 casos suspeitos da doença, sendo 1.024 confirmados (por critérios laboratorial e clínico-epidemiológico), 2.335 descartados após investigação epidemiológica. Os demais casos estão em investigação.

A febre do Mayaro e a febre Oropouche são causadas por vírus com o mesmo nome que identificam as doenças. Os sintomas das duas febres são parecidos com arboviroses, como a dengue e a chikungunya. Não há registro de transmissão de uma pessoa para outra diretamente nos dois tipos de febres, segundo a FVS-AM.


No entanto, o Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (Lacen-AM), integrante da FVS-RCP, detectou, no período de dezembro de 2023 até quinta-feira (04/01), 199 casos de febre oropouche. Desse total, 94,9% (189) são de Manaus, 2,5% (5) de Presidente Figueiredo, 1% (2) de Maués, 1% (2) de Tefé e 0,5% (1) de Manacapuru. Não foram detectados casos de febre do Mayaro até este sábado.


Prevenção


As medidas de prevenção contra as febres do Mayaro e Oropouche envolve evitar a picada de mosquitos infectados. Ao adentrar em locais de mata e beira de rios (principalmente entre 9 e 16 horas), fazer uso de repelentes, roupas compridas, usar cortina e mosquiteiros em áreas rural e silvestre.


Especificamente sobre a febre Oropouche, a eliminação dos criadouros envolve eliminar os acúmulos de lixo, promovendo limpezas de terrenos, lajes, caixas d’água e cisternas; realizar a vistoria para eliminar qualquer tipo de água parada que propiciem que os mosquitos depositem ovos





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